AMEBAHIA
Associação de Ministros
Evangélicos
do Estado da Bahia

Rua: Dr. João Mangabeira nº 357, sala 02, Serraria Brasil
Feira de Santana Ba / Tel - 8134-2066 / 8819-1010

AME
Associação de Ministros Evangélicos

Rua: Dr. João Mangabeira nº 357, sala 01, Serraria Brasil
Feira de Santana Ba / Tel - 8819-1010

Colunista Bispo " Ruy Rocha "

Transferência de Culpa

Este é um aspecto da natureza humana que tem a sua base nos primórdios da raça humana. Sua base é adâmica, desde nossos pais, quando tendo tudo a seu favor, contando somente com uma pequena restrição, em sua primeira infração, tratou de logo transferir sua culpa para um terceiro. Hoje, nos tornamos mestres nesta arte, quando dirigimos acima do limite permitido, é a pressa, um atraso, a potência do carro que parece sempre ir além do que é permitido. Quando chegamos atrasados, é o trânsito. Quando explodimos, culpamos o nosso temperamento, as circunstâncias, até nossa herança genética. Quando mentimos, é para não sermos desagradáveis, para não fazer o outro sofrer, para não sermos incomodados, por que não tinha jeito, ou por deslize. O drogado culpa os pais, a vida em família, a sociedade. O alcoólatra vai por este mesmo caminho, e até aceita o fato como uma doença. E assim vamos construindo a nossa vida, transferindo para os outros a culpa de nossos erros, de nossas escolhas.

Gosto muito da posição do salmista Davi. Este sim, era um verdadeiro homem de Deus. Assumia suas culpas, seus erros, cria na misericórdia de Deus até o último instante. Como se deu no caso da morte de seu filho com Betseba, orou e esperou, mesmo debaixo de uma profecia de Natã. Tinha errado, mas conhecia o Deus a quem servia. Enquanto havia esperança, aguardava em sua misericórdia.

Jeremias, o famoso profeta chorão, em seu livro Lamentações, no capítulo 3, verso 39 diz: “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados”, hoje nós, os evangélicos, constituímos um novo saco de pancadas. Quando não admitimos nosso erro, damos pau nele, em nosso saco de pancadas: o inimigo, o diabo, Satanás. Não quero aqui eximi-lo de culpa de muitas das mazelas humanas. Mas onde fica a nossa responsabilidade pelos nossos atos? Se não somos responsáveis por eles, não somos culpados. Se não somos culpados, não precisamos de perdão, de conserto, de restauração.

Amados, a Palavra de Deus diz que somos responsáveis pelo que falamos e fazemos. Nosso duplo pecado está em não assumir nossos erros e ainda por cima transferi-lo para outros (até mesmo o diabo). O Livro Santo diz que pecamos por causa de nossa cobiça, por aquilo que, intimamente, mesmo que procuremos esconder e evitar nos assedia, nos atrai. Transferir então, a culpa para o diabo, não resolve o mal que está em nós mesmos. Somente o arrependimento sincero, e a confissão sem sofisma é que pode crucificar o velho homem que em nos está. O filho pródigo parece ter aprendido esta verdade quando disse: “E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho” (Lucas 15:21) – Ele disse: Eu pequei. Isaías disse: “Eu sou um homem de lábios impuros”. Assumo a minha responsabilidade. Assumo o meu ato. Isto é arrependimento. Na transferência, jogamos a sujeira para baixo do tapete, ficamos superficialmente limpos, mas a sujeira ainda está ali, entranhada em nós, pronta para aparecer a qualquer momento. No arrependimento, ela é retirada de nós, nos limpamos, por dentro e por fora, a sujeira é lançada tão distante, como o oriente está do ocidente.

Portando, pare de transferir seus erros para os outros. Credite-se ao diabo, o que vem depois, pois andando em nosso derredor, encontrando uma brecha, ele entra e faz o que lhe é próprio; matar, roubar e destruir. Mas a senha para a porta da nossa vida, é o homem mesmo quem dá. Se estamos andando em integridade, podemos resistir-lhe, e como está escrito, ele fugira de nós. Assuma seu erro; “contra ti pequei”, assegure-se de alcançar a misericórdia, e ouça o sussurro de Deus aos seus ouvidos: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro”, (Isaías 43:25). E lembre-se: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Provérbios 28.13). Assuma, arrependa-se, confesse, levante a cabeça e receba a misericórdia do Pai. “Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés; E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se” (Lucas 15.22-24).

Ruy Rocha, Bacharel em Teologia, pelo STEB-MG, presidente do Ministério Ágape, filiado a CBN-BA, Presidente da Ame – Associação de Ministros Evangélicos em Feira de Santana-Ba.

Jesus , somos seus

A história da humanidade nos traz muitos exemplos de pessoas ou grupos que em razão de suas convicções redesenharam suas nações e o quadro geopolítico do mundo. Por convicção, os dicionários normalmente definem a palavra com uma “crença firme e forte”, mas é mais do que isso. Nossas convicções incluem nossos valores, compromisso e motivações. “Uma crença é algo que defendemos. Uma convicção é algo pelo qual entregamos nossa vida”.

“Em 1943, cem mil jovens com camisetas marrons encheram o Estádio Olímpico de Munique, na Alemanha, o maior do mundo na época. Eles formavam com seus corpos um sinal para um homem fanático, que estava atrás do pódio. A mensagem era: “Hitler, somos seus”. O compromisso deles permitiu que conquistassem a Europa. Anos depois, um grupo de jovens estudantes chineses se comprometeram a memorizar e viver a filosofia de um livro, que quase ninguém lia: “Os dizeres do líder Mao”. O resultado foi a revolução cultural que, ainda nos dias de hoje, mantém mais de um bilhão de pessoas sob a escravidão do comunismo chinês. Isto é o poder da convicção.

Hoje, na virada de um novo ano, precisamos definir quais são as nossas convicções. Quais sãos os nossos valores, compromisso e motivações. O Cristianismo, Jesus, santidade ainda são valores que realmente prezamos, fazem estas coisas parte de nossas convicções? São elas inegociáveis para nós? Como os jovens alemães ou os chineses podemos transformar a nossa história e a história de outros. A nossa mensagem é poderosa, nosso líder um campeão invicto, por ele Jões, Marcos, Pedros, Paulos, e tantos outros já deram a sua vida. Bradaram em alta voz: “Jesus, Somos seus”.

Chegou a nossa hora, de reafirmarmos as nossas convicções. De vivermos de acordo como o que cremos e falamos. É tempo de, como o sacerdote Levítico, entrarmos na presença de Deus ostentando em nossas cabeças a Coroa da Santidade (“E pôs a mitra sobre a sua cabeça; e sobre esta, na parte dianteira, pôs a lâmina de ouro, a coroa da santidade, como o SENHOR ordenara a Moisés” Levítico 8:9), e em nosso peitoral em letras garrafais a inscrição: “JESUS, somos seus”. Para Ele a nossa exclusividade, nossa integridade e a nossa pureza.

Ruy Rocha, Bacharel em Teologia, pelo STEB-MG, presidente do Ministério Ágape, filiado a CBN-BA, Presidente da Ame – Associação de Ministros Evangélicos em Feira de Santana-Ba

Não Deixe de Sonhar

O desencorajamento é o assassino dos sonhos. Muitas pessoas que não atingiram seus alvos têm a tendência de só enxergar as dificuldades, as impossibilidades. Nunca consegue ver uma luz no fim do túnel, tiveram seus sonhos derrubados bem na frente delas, e não mais estão tentando realizar os seus sonhos, passaram a não gostar de ver outros realizarem os deles. O sucesso dos outros faz com que se sintam inadequados ou inseguro, e passaram a ser destruidores de sonhos, assassinos de idéias. Veja este exemplo, nesta experiência:

Os professores Gary Hamel e C K Prahalad escreveram sobre uma experiência conduzida com um grupo de macacos. Quatro macacos foram colocados em uma sala onde havia um poste alto no centro. No alto do poste, suspenso, havia um cacho de bananas. Um dos macacos famintos começou a subir pelo poste para comer, mas, assim que alcançou uma banana, foi molhado com um jato de água fria. Gritando, desceu do poste e abandonou sua tentativa de se alimentar. Cada macaco fez uma tentativa parecida e todos foram molhados com água fria. E, depois de várias tentativas, eles finalmente desistiram.

Então, os pesquisadores removeram um macaco da sala e o substituíram por um novo macaco. Quando o novato começou a subir o poste, os outros três o agarraram e puxaram para o chão. Depois de tentar subir o poste várias vezes e ser arrastado pelo outros, ele finalmente desistiu e nunca mais tentou subir no poste.

Os pesquisadores substituíram os macacos originais, um por um, por novatos, e, a cada vez que um novo macaco era trazido, os outros o arrastavam antes que pudesse alcançar as bananas. Como o tempo, somente macacos que nunca tinha recebido o banho gelado estavam na sala, mas nenhum deles subia no poste. Eles evitavam que os outros fizessem isso, mesmo sem que soubessem por quê

Talvez outras pessoas tenham impedido o seu crescimento. Elas o desencorajam a sonhar. Talvez se ressentissem do fato de você quere subir na vida, fazer algo significativo com ela. Ou talvez estivessem tentando protegê-lo da dor e do desapontamento. De qualquer forma, você acabou desestimulado a sonhar. ANIME-SE. Nunca é tarde demais para começar a sonhar e perseguir seus sonhos. Não desista, não pare de crer, Deus é com você! - Adaptação

Ruy Rocha, Bacharel em Teologia, pelo STEB-MG, presidente do Ministério Ágape, filiado a CBN-BA, Presidente da Ame – Associação de Ministros Evangélicos em Feira de Santana-Ba

 

Ruy Rocha, Bacharel em Teologia, pelo STEB-MG, presidente do Ministério Ágape, filiado a CBN-BA, Presidente da Ame – Associação de Ministros Evangélicos em Feira de Santana-Ba, casado com a Profª Dra. Flávia Aninger B. Rocha, pai de três filhos: Lydia, Lucas e Lays Rocha; há mais de 25 anos trabalha em prol da expansão do Reino de Deus.


“O nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza perseverará”
Todos os direitos reservados MAISFÉ, 2009-2010